Embriagado pelo aroma cálido das flores de pereira, os sonhos se agarram ao declínio da luz na margem do rio n…
Embriagado pelo aroma cálido das flores de pereira, os sonhos se agarram ao declínio da luz na margem do rio na primavera. Os juncos que esvoaçam despertam pensamentos melancólicos, misturando-se às pétalas de pereira que dançam no ar, apenas para se afastarem ainda mais, impossíveis de serem capturados ou retidos. É tanto sonho quanto ilusão.