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Já viste o fluxo do Rio Amarelo, das alturas do céu aos mares abaixo, correndo em frente, sem jamais voltar. U…

Já viste o fluxo do Rio Amarelo, das alturas do céu aos mares abaixo, correndo em frente, sem jamais voltar. Uma maré incessante que ninguém pode ansiar. Já olhaste na luz refletida, os fios prateados da noite matinal? Outrora negros como corvo, ao crepúsculo brilham, como neve no inverno, um sonho silencioso.

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