Ossos como galhos secos, carne reduzida a pó. O peito sufoca, a lâmina do ventre torce. Mente à deriva na névo…
Ossos como galhos secos, carne reduzida a pó.
O peito sufoca, a lâmina do ventre torce.
Mente à deriva na névoa, nuca ardendo em fogo amaldiçoado —
Músculos arrancados do esqueleto, olhos afundados no lodo.
Quando o Verdadeiro Pulso brilha, a última centelha da alma,
Aquele que não vê rosto, encontra o dezembro da morte.
Mas quem ainda reconhece os homens? Aguarda a virada da estação —
Onde o vento conquistador sopra, a vela final se consome.