A areia amarela enche o céu, e a jornada é árdua. Você avança pelo interminável mar de dunas além da Passagem …
A areia amarela enche o céu, e a jornada é árdua. Você avança pelo interminável mar de dunas além da Passagem do Portão de Jade. Sedento e à beira do desmaio, você chega à sombra de uma duna, onde encontra um velho poço seco. O poço é largo o suficiente para uma pessoa descer. Você se lembra deste local. Certa vez, ajudou o cavador de poços da Vila do Campo de Éguas a recuperar um lampião das profundezas. Neste momento, um leve murmúrio de água e vozes humanas ecoa de dentro do poço. Você decide... [Dar uma olhada, pois há pessoas lá embaixo.]
Você segue cautelosamente a passagem subterrânea e avista uma fogueira. Vários trabalhadores estão ali, usando pás de areia para limpar e reforçar o canal de água. Ao vê-lo, cumprimentam-no calorosamente e lhe entregam uma tigela de água. Seguindo o curso d'água subterrâneo, você encontra um refúgio improvisado. As pessoas ali falam com orgulho do passado da Vila do Campo de Éguas, do poder dos campos de regadio do Exército de Anxi, dos esforços de gerações de cavadores de poços e da ajuda outrora dada por um andarilho... Você sabe que isso é apenas um sonho, mas ainda acredita que, enquanto aquele lampião queimar, a água cristalina fluirá para sempre no subsolo, e a esperança humana jamais secará. "Como a água permanece tão límpida? Apenas porque, através de incontáveis gerações, sempre haverá portadores de lâmpadas."