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Huzi violado! O que podem os mortais fazer? A vontade do rio drena nossas almas para o azul. Almas drenadas em…

Huzi violado! O que podem os mortais fazer? A vontade do rio drena nossas almas para o azul. Almas drenadas em azul, mas as terras não conhecem paz — Nossa força gasta até as montanhas se curvarem e cessarem! Montanhas curvadas, vastos pântanos se espalham — Peixes fervem na vontade gelada do inverno! Os fios da ordem se desfazem, os rios vagam — Dragões agora galopam através da espuma despedaçada! Recuem, velhos rios! Deuses, liberem vossa graça! Nenhum ritual sagrado? Então quem pode medir este lugar! 'Ó senhor do rio!' o imperador acusou — 'Por que poupar sua ira? Suas enchentes nos seduziram! Amoras roídas pelo beijo sombrio da enchente — O coração de Huai se afoga em êxtase abissal. O fluxo do tempo parado, a teia das águas desfeita — Um tear abandonado... Onde todos os fios se desfazem.

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